A Contribuição do Pedagogo no Processo de Treinamento e Desenvolvimento nos Recursos Humanos



A Contribuição do Pedagogo no Processo de Treinamento e Desenvolvimento nos Recursos Humanos.

É importante ressaltar que quando nos referimos a atuação pedagógica na área detreinamentoe desenvolvimento na área de RH, precisamos entender primeiramente como ocorre a aprendizagem organizacional. Analisamos que a atuação do pedagogo na empresa é de vital importância, porque ele precisa ser visionário, este profissional deve conhecer os setorese as tarefas desenvolvidas nestes. Deve acompanhar, por um certo tempo a adaptação do novo funcionário com seu chefe e colegas.

Compreendemos que o treinamento e o desenvolvimento da empresa é uma das principais áreas de atuação do pedagogo. Sabemos que já passou a época em que o pedagogo ocupava-se somente da educação infantil. Vivencia-se que hoje dispõe de uma vasta área de atuação que inclui, além de ensino, empresas dos mais variados setores. Amplia-se ser fundamental separar o que é escolar e o que é educativo. O pedagogo pode atuar em todas as áreas que requerem um trabalho educativo, sabe-se que a educação é uma tarefa que se realiza como resposta as exigências sociais; as aspirações e expectativas dos alunos, ou educandos, decorrentes de seu meio familiar e social; aos conflitos existentes entre os diferentes grupos da sociedade, os que detêm o poder desejam garanti-lo através da educação; os que buscam alcançar o poder vêem na educação um instrumento para conseguir tal fim. A educação, por sua vez, responde, ainda, ao desenvolvimento produtivo cultural de um povo, bem como ao tipo de sua organização econômica. A forma de pensar educação está intimamente relacionada com a visão de mundo que se tenha. Se considerarmos que as mudanças sociais ocorrem por um acúmulo acidental de fatos, isolados e independentes, e que tais mudanças sociais ocorrem por um conjunto acidental de fatos, isolados e independentes, e que tais mudanças são lentas e graduais, a educação visa a transmitir o saber organizacional social e culturalmente, de geração a geração, no sentido de preservar um patrimônio cultural universal.

Observamos que já passou a época em que o pedagogo ocupava-se somente da educação infantil. Vivencia-se que hoje dispõe de uma vasta área de atuação que inclui, além de ensino, empresas dos mais variados setores. Amplia-se ser fundamental separar o que é escolar e o que é educativo. O pedagogo pode atuar em todas as áreas que requerem um trabalho educativo, sabe-se que a educação é uma tarefa que se realiza como resposta as exigências sociais; as aspirações e expectativas dos alunos, ou educandos, decorrentes de seu meio familiar e social; aos conflitos existentes entre os diferentes grupos da sociedade, os que detêm o poder desejam garanti-lo através da educação; os que buscam alcançar o poder vêem na educação um instrumento para conseguir tal fim. A educação, por sua vez, responde, ainda, ao desenvolvimento produtivo cultural de um povo, bem como ao tipo de sua organização econômica. A forma de pensar educação está intimamente relacionada com a visão de mundo que se tenha. Se considerarmos que as mudanças sociais ocorrem por um acúmulo acidental de fatos, isolados e independentes, e que tais mudanças sociais ocorrem por um conjunto acidental de fatos, isolados e independentes, e que tais mudanças são lentas e graduais, a educação visa a transmitir o saber organizacional social e culturalmente, de geração a geração, no sentido de preservar um patrimônio cultural universal.

O pedagogo empresarial deve-se focar no mercado de trabalho atual, investindo seus conhecimentos em duas direções: no funcionário e no produto, ou seja resultado final da empresa. No primeiro caso trata-se da atuação no departamento de Recursos Humanos (RH), realizando atividades relacionadasao treinamento e desenvolvimento do trabalhador, ou seja, o pedagogo é o responsável pela criação de projetos educacionais que visam facilitar o aprendizado dos funcionários. Para tanto, realiza pesquisas para verificar quais as necessidades de aprimoramento de cada um e qual o método pedagógico é mais adequado, a partir daí, trabalha-se em conjunto com os outros profissionais de RH na aplicação e coordenação de projetos.Estuda-se que em um primeiro momento, o Pedagogo era contratado para atuar nos famosos Centros de Treinamento das Empresas. Estes espaços eram específicos em treinar o funcionário nas diversas tarefas que eles teriam de realizar no seu trabalho, os cursos funcionavam quase como um adestramento. Nestes contextos os Pedagogos definiam horários, métodos de ensino e avaliação, e orientavam os instrutores operacionais leigos em didática, como "treinar". A eficácia era o quanto os funcionários sabiam fazer a tarefa, com rapidez e qualidade.Verifica-se que a preocupação da empresa naquele momento era a de ter um trabalhador que tivesse uma escolaridade básica, o conhecimento técnico da atividade que iria desenvolver e que não promovesse conflitos. Por isso, dentro da área de treinamento, existia a preocupação com a adaptação pacífica do empregadoao posto de trabalho.

Dessa maneira, dentro do processo de treinamento estavam os cursos de relações humanas, que na maioria das vezes eram ministrados pelo Pedagogo em parceria com o Psicólogo. No primeiro instante da presença do Pedagogo na empresa a sua atuação estava voltada para a coordenação de programas educativos, como a viabilização de programas de ensino normal que proporcionassem a escolaridade básica aos empregados que não tinham; a condução dos programas de treinamentos, o planejamento, a organização, a avaliação dos treinamentos, a formação de instrutores, e ainda ministrava cursos de relações humanas, motivação e liderança. A ênfase da sua prática estava no pedagógico, no sentido de trabalhar com o processo de aprendizagem dentro dos programas de ensino formal e dos treinamentos, para atender as necessidades que a empresa tinha de possuir um trabalhador que soubesse ler, escrever, contar e ser especialista em determinada função.

O modelo flexível atual paradigma do setor produtivo, exige um novo perfil de trabalhador, no qual as capacidades subjetivas do indivíduo são essenciais. Este modelo apresenta uma outra lógica de utilização da força de trabalho: divisão menosacentuada do trabalho, integração mais pronunciada de funções. Palangana & Bianchetti(1995) destacam que as exigências intelectuais são maiores e distintas das que predominavam durante o modelo taylorista- fordista. Em função da prática produtiva, da automação e flexibilização, há uma apelação para o saber fazer, principalmente para a capacidade de dominar vários segmentos de uma linha produtiva, sendo a palavra de ordem polivalência da mão-de-obra: maior versatilidade na ocupação do posto de trabalho, formação geral ampliada, formação técnica, envolvimento com a qualidade e atenuação de barreiras entre diferentes categorias de trabalhadores.

Um momento em que a capacidade manual não é mais imprescindível, mas a capacidade cognitiva e emocional são os fatores de desenvolvimento e produtividade a empresa reivindica a "mente e o coração" do indivíduo, e essa captura exige uma ação pedagógica muito contundente com vista no controle do trabalhador e do processo de trabalho.

A formação de uma subjetividade abnegada, moldável, competitiva, tendo como objetivo tornar eficiente e eficaz o processo de extração da mais valia é o principal requisito. Este modelo evoca uma construção ideológica com objetivo de adequar produtividade e competitividade à lógica de produção e reprodução do sistema. No quadro da empresa atual encontra-se o pedagogo no espaço predominantemente pedagógico.

Logo em função de toda a mudança, o pedagogo tem que ser uma pessoa mais crítica e visionária, muito capaz de se adaptar a mudança, muito mais flexível, que contribua efetivamente para o processo empresarial, com objetivo primordial de Apresentar de forma prática e teórica a função da área de Treinamento e Desenvolvimento de Pessoal, bem como sua utilização para atingir os objetivos organizacionais. Transmitir técnicas de levantamento de necessidades, elaboração, mensuração, dos programas de treinamento. Compreender e elaborar formas de mensurar resultados em treinamento e desenvolvimento. Transmitir técnicas de levantamento de necessidades, elaboração, mensuração, dos programas de treinamento. Compreender e elaborar formas de mensurar resultados em treinamento e desenvolvimento.

Alunas: Barbara Nice, Cláudia Vasconcellos, Célia. Regina, Eliane,Jaimar, Monsimai Estela, e Marcella Reis.

Dedicamos este artigo ao nosso querido professor Lindomar.

Obrigada por tudo!


Autor: Barbara Nice