O PROCESSO DE MORTE-MORRER SOB A ÓTICA DO GRADUANDO DE ENFERMAGEM



THE PROCESS OF DEATH, DYING FROM THE PERSPECTIVE OF THE GRADUATE NURSING

MAFRA, Virginia Azambuja Vedovato Freitas;[1] DALPRÁ, Liane Rossales.[2]

Mini currículo do pesquisador principal orientadora

RESUMO

Trata-se de uma pesquisa que aborda o tema morte- morrer que teve como objetivo averiguar a preparação dos acadêmicos de enfermagem frente ao assunto morte, no seu cotidiano profissional. Através de uma pesquisa descritiva de abordagem qualitativa, realizada com alunos dos 7º e 8º semestre, por meio de entrevista aberta, analisada com a técnica de analise de conteúdo. Que teve como principais resultados a tristeza, angústia, dificuldades em lidar com a dor dos familiares entre outras. Portanto, conclui-se que o graduandos de enfermagem não se sentem preparados para lidar com a temática morte quando profissionais, sendo necessário que este tema seja melhor abordado durante a graduação, pois a morte-morrer precisa ser vista como algo natural, e que em algum momento este profissional irá passar por este processo morte-morrer, e precisa estar preparado psicologicamente para apoiar os familiares.

Palavras Chave: morte, morrer, enfermagem

1. INTRODUÇÃO

O profissional de saúde seja ele um enfermeiro ou não deve estar preparado para encarar a morte no decorrer da sua profissão e precisa compreender a morte e não somente explicá-la, por isso é importante preparar o mesmo no curso de graduação.

Conforme Oliveira e Amorim (2008) vivemos em uma sociedade que nega a morte e apesar dos enfermeiros serem formados para salvar vidas, não se pode anular a necessidade de saber lidar com a morte. Neste caso, a morte, apresenta-se como um fracasso ao profissional, visto que este é treinado para salvar vidas e não para perdê-la.

Pois, existe, no ambiente hospitalar, certa "regra" que diz que o bom profissional não deve se envolver emocionalmente durante o tratamento dos pacientes, portanto este não encontra espaço para expressar sua angústia e fraqueza, e estes profissionais acabam negando e escondo os seus sentimentos. Por isso, os profissionais criam o mecanismo de defesa de manter-se a distância, manifestar comportamento de frieza em relação as situações, assim como aparente equilíbrio, na tentativa de manejar de forma mais adequada à situação (AGUIAR et al., 2006).

Os enfermeiros, profissionais cuja presença é constante junto às pessoas, que vivenciam a sua finitude, experimentam de maneira potencializada os sentimentos de angustia e medo, enfocando a situação do processo de morte-morrer nas várias fases do ciclo vital. No entanto, entende-se que a análise de como estes profissionais, estão sendo preparados para o enfrentamento de situações que envolvam o cuidado, as pessoas no tocante morte-morrerainda mereça ser aprofundada, visto que é nesse período que a discussão deve ser iniciada (BELLATO et al., 2007).

Diante do exposto teve por objetivo averiguar a preparação dos acadêmicos de enfermagem para lidar com assunto morte, no seu cotidiano profissional.

2. RESULTADO E DISCUSSÃO

2.1 Morte e profissão de enfermagem

O ser humano presencia a morte e conceitua esta, somente como sendo a morte dos outros, isto é, jamais serão acessíveis a nós em sua real dimensão. Mesmo constituindo-se um fenômeno da vida, sempre despertou grande temor no ser humano, e este sentimento se expressa na dificuldade dele lidar com a finitude, estando presente nas crenças, valores e visão que cada pessoa traz consigo (PALÚ et al., 2004).

Esta percepção da morte como fator subjetivo de cada ser humano, esta presente na falados entrevistado:

"Vemos a morte com muito medo e receio, pois afinal não sabemos como ela realmente acontece porem todos nos estamos sujeito a esse fato". E7

"Nos seres humanos nunca pensamos em morte como sendo de si próprio ou de familiares, pois e um momento de muito sofrimento e angustia para si próprio". E3

"Apesar de ser uma coisa natural em que todos nos estamos sujeitos a passar, nos apegamos muito na nossa religião para podermos encarar mais fortemente o assunto morte". E10

A morte é um evento biológico que encerra a vida de uma pessoa. Nenhum outro processo vital é capaz de suscitar, nos seres humanos, pensamentos dirigidos a emoção, seja no indivíduo que está morrendo, ou mesmo nos que estão em sua volta. Atualmente a morte évista como um processo, como um fenômeno progressivo e não mais como um momento, ou evento (BRETAS et al., 2006).

Entretanto, com os avanços tecnológicos, a assistência voltada para a cura e prevenção aliado ao fato dos profissionais não só de enfermagem, como todos da área da saúde vivenciar o processo de perda/morte, durante sua formação acadêmica, podem não se sentir aptos e nem saber como cuidar do paciente e de seus familiares impedindo que estes demonstrem seus temores suas dúvidas e angustias sobre sua situação (ALENCAR et al., 2005).

Durante o exercício profissional que tem como ferramenta o cuidado, a enfermeira encara inúmeros sentimentos relacionados ao processo de morte-morrer, fica frente a frente com algo que não pode domar, quando a morte se faz presente ocorre sentimentos de impotência, culpa tristeza e medo. Neste processo de cuidar é assistido o processo de morrer dos pacientes, o que acarreta frustração e provoca uma sensação de tristeza, lamentação pel perda de alguém quese acostumara a conviver (BRETAS et al., 2006).

Sendo assim os acadêmicos de enfermagem quando ainda em estagio curricular se sente muitas vezes deprimido e muito abalado com a perda de um paciente pelo qual tentou ao máximo a busca de sua recuperação, como se percebe na fala dos entrevistados:

"Nos sentimos muitas vezes tristes por não termos conseguido um resultado satisfatório quando perdemos um paciente, porem sabemos que não podemos nos envolver diretamente, temos que ser profissional, mais alem de sermos profissionais primeiramente somos seres humanos e temos sentimentos assim como todos". E5

"Temos que tentar ser o mais profissional possível, pois muitas vezes a família se apóia nos profissionais para poder suportar a dor da perda de uma pessoa da família, mais apesar disso não significa de nos sentimos muitas vezes fracassados e abalados pela perda, devido luta intensiva pela vida do paciente". E14

Susaki et al (2003) realizou um estudo quanti-qualitativo exploratório através de uma entrevista com 13 enfermeiros da unidade de Hematologia de um hospital geral público e vinculado ao ensino do Município de São Paulo para verificação do conhecimento do enfermeiro sobre as cinco fases do processo de morrer descritas por Elizabeth Kübler-Ross. Constatando-se que 92% dos enfermeiros conseguiram demonstrar pelo menos uma das fasesdo processo de morrer na vivência com pacientes terminais. A aceitação ocorreu em 85%, já a negação em 69% e a depressão (61%) são as mais freqüentemente percebidas. Verificou-se o uso e entendimento da comunicação não-verbal na identificação das fases nas falas de 54% dos enfermeiros utilizavam a comunicação não verbal. Os resultados também demonstraram as dificuldades enfrentadas pelo enfermeiro quanto a este assunto e, percebendo-se que existe uma lacuna evidente entre a formação do profissional e a manutenção do seu treinamento e suporte emocional na instituição de saúde (SUSAKI et al., 2003).

Portanto, Bretas et al (2006) destaca que a enfermeira é a primeira profissional a lidar com a morte, a sentir a morte, pois esta presta desde os mais simples aos mais complexos cuidados, principalmente quando o paciente se encontra em estágio terminal. Apesar de a morte fazer parte das rotinas, todos desejam sempre que aconteça com outros pacientes e não os seus. O sofrimento das pessoas da equipe de enfermagem se mascara pelo cumprimento de rotinas.

O envolvimento emocional do enfermeiro com o paciente em processo de morte e seus familiares não deveria interferir na capacidade de atuação do profissional diante da necessidade de assistência. Mas ao lidar com a finitude do ser humano o enfermeiro, e demais profissionais da saúde trás ao consciente suas próprias angustias, isso acaba naturalmente afastando o profissional da situação geradora do conflito, implicando na necessidade de mudar a relação emocional com o paciente e familiares, usando como mecanismo de defesa o distanciament emocional, através de um rigidez afetiva. Como se percebe na fala dos entrevistados, pois quando questionados sobre a importância do tema morte em seu cotidiano profissional responderam:

"Temos sempre que manter uma certa distancia com o sofrimento da família, pois no nosso cotidiano passamos varias vezes por esse tipo de situação, e para manter um bom desenvolvimento profissional". E18

"(...) como não podemos nos deixar envolver com os sentimentos dos familiares desses pacientes que foram a óbito, temos que manter uma certa distancia, no qual muitas vezes o enfermeiro fica sendo vista como uma pessoa fria e sem sentimentos, mais sabemos que e da ética profissional do enfermeiro não se envolver com nenhum tipo de sentimento, pois isso pode levar um certo sofrimento psicológico, tornando isso um problema para sua vida pessoal e ate mesmo como profissional". E20

É importante que enfermeiro esteja, preparado para lidar com a morte, uma vez que cada pessoa dafamília irá passar pelo processo de luto de forma diferenciada, de acordo com Caterina (2007) os enlutados passam por vários processos: o entorpecimento (reação inicial), anseio e protesto, desespero e recuperação, sendo necessário observar a pessoa como um todo, por isso é essencial a preparação dos graduandos a respeito da morte.

O fato de como o enfermeiro proceder na morte do paciente, fica ainda mais agravada, devido a prática o avanço de a tecnologia médica retirar a morte da realidade cotidiana, ao mesmo tempo em que vem fazendo as famílias confrontar-se com decisões sem precedentes de prolongar ou terminar a vida (ROSA et al., 2006).

Preparação dos graduandos a respeito da morte

Silva e Silva (2007) salientam que há muito tempo questões em torno da formação acadêmica do profissional enfermeiro têm sido alvo de reflexão. No entanto, apesar da implementação de mudanças, ainda existem profissionais que são despreparados e alunos que, ao final do curso, se declaram ainda incapazes, imaturos para exercerem a profissão. De um lado, os enfermeiros não se sentem capazes de atuar nos diversos serviços de saúde com competência, por outro lado, os serviços de saúde queixam-se do despreparo desses profissionais.

A experiência do profissional de enfermagem com a morte é tratada de modo bastante sucinto e rápido durante a formação deste, pois são sempre preparados pela intensa luta pela vida. Contraditoriamente, percebe-se ainda que a morte é abordada de maneira ruim, ou seja, é abordado com maior profundidade a manutenção do corpo vivo através dos esforços profissionais e tecnológicos possíveis. Essa situação gera um paradoxo para os profissionais enfermeiros cuidadores de pessoas e que estão enfrentando o processo do morrer e da morte, pois oscilam entre necessidades igualmente de manter a pessoa viva, a todo custo, e ao mesmo tempo, ajudá-la a morrer da maneira mais natural e digna possível (BELLATO et al., 2007).

"A assistência ao morrer dos pacientes implica envolvimento, conhecimento sobre as pessoas e manifestações frente ao viver e ao nascer". Para buscar esse conhecimento e encarar a morte de uma maneira que não venha trazer prejuízo emocional, se faz necessário que ainda noperíodo de formação acadêmica, os futuros profissionais sejam preparados (OLIVEIRA; AMORIM, 2008).

A pratica profissional dos estudantes de enfermagem se manifesta através dos estágios curriculares e sua preparação para enfrentar o processo de morte-morrer durante a graduação estão embasadas nas vivencias deste momento, mas não há uma preparação especifica para esta situação o que provoca sentimentos de angustia, já que por formação somos capacitados para investir até o final e a morte significa o fracasso. Os entrevistados ressaltaram sentimentos como:

"Impotência, e fracasso, pois tentamos ao máximo um outro final para esse paciente, pois durante nossa graduação somos formados para a cura, e salvar vidas". E3

"Tristeza pela luta constante de tentar salvar uma vida e todo esse esforço não resolver". E11

No entanto mesmo estando abalado com o sentimento de impotência e fracasso que surgem diante do processo de morte-morrer, o profissional de enfermagem procura estar presente e ser apoio para a família, já que por formação o enfermeiro esta incutido dos ideais de doação e abnegação preconizados por Florence, como observa-se na fala seguir

" Agi com naturalidade, pois muitas vezes a família procura em nos um apoio da dor que esta sentindo no momento, e temos que estar firmes para passar um pouco de confiança nesse momento difícil". E1

A preparação dos profissionais na área da saúde atende ao modelo focado na doença e cura, logo, desde a academia, o compromisso da enfermagem é com a cura de seus pacientes, devendo o estudante estar capacitado para atender plenamente os usuários dos serviços de saúde em prol da saúde-vida. Porém, quando a situação de morte se manifesta, o estudante pode concluir não ter realizado intervenções eficazes para salvar a vida dos indivíduos que estavam sob seus cuidados. Sabendo-se disto em seu cotidiano de práticas curriculares, quando ele necessita enfrentar a morte, sente-se despreparado e tende a se afastar do enfermo (SILVA; SILVA, 2007).

Os enfermeiros, além de terem que ser preparados para lidar com a morte, também precisam saber como proceder em casos de cuidados de pacientes terminais, sendo que para o enfermeiro cuidar destes pacientes é uma tarefa bastante difícil já que em sua formação acadêmica são enfatizados os aspectos do processo de doença e cura. Então cuidar de um paciente em fase terminal, ou mesmo com morte de pacientes requer que os profissionais da área da saúde tenham um preparo, que muitas vezes a universidade não fornece e quando o assunto é abordado, este é de forma superficial e rápida (ALENCAR et al., 2005).

Embasamento na formação acadêmica, quando questionado o papel do enfermeiro na assistência a família no processo morte- morrer, os sujeitos da pesquisa consideram que a ação do enfermeiro deve estar voltada para os aspectos éticos e emocionais, como se observa a seguir:

"O papel no enfermeiro deve ser de manter a ética, e atender as necessidades, de modo a tentar a amenizar a situação de muita dor e tristeza, sem se deixar envolver com as emoções da família". E2

 

"Tentar passar conforto e confiança aos familiares, para poderem suportar a perda". E9

 

"(...) muitas vezes o enfermeiro e a primeira pessoa a ter que dar a noticia aos familiares, ele tem que buscar passar essa noticia de uma forma menos dolorosa, explicando como tudo aconteceu, sempre tentando manter a calma dos familiares, tentar passar confiança, e conforto". E16

A preparação dos profissionais na área da saúde atende ao modelo focado na doença e cura, logo, desde a academia, o compromisso da enfermagem é com a cura de seus pacientes, devendo o estudante estar capacitado para atender plenamente os usuários dos serviços de saúde em prol da saúde-vida. Porém, quando a situação de morte se manifesta, o estudante pode concluir não ter realizado intervenções eficazes para salvar a vida dos indivíduos que estavam sob seus cuidados. Sabendo-se disto em seu cotidiano de práticas curriculares, quando ele necessita enfrentar a morte, sente-se despreparado e tende a se afastar do enfermo (SILVA; SILVA, 2007).

 

MATERIAIS E MÉTODOS

O estudo foi do tipo descritivo e de abordagem qualitativa, que segundo Minayo "é aquela que capaz de incorporar o significado da intencionalidade como inerentes aos atos, as relações e as estruturas sociais". A pesquisa descritiva tem por objetivo descrever, registrar, analisar e correlacionar fatos, isto é, a pesquisa é realizada por meio de questionário (BARUFFI, 2004).

Segundo Penteado (1999) apud Minayo (1992) o campo da saúde é uma realidade complexa, por isso a metodologia escolhida irá ser como um caminho instrumental que irá possibilitar o pesquisador analisar o que deseja.

A pesquisa foi desenvolvida no Centro Universidade da Grande Dourados (UNIGRAN), localizada à Rua Balbina de Matos, n° 2121, em Dourados/MS.

A amostra foi composta por 20 alunos do curso de graduação de enfermagem que se encontram matriculados no sétimo e oitavo semestre, pois já foram a campo de estagio e já estiveram frente a temática morte-morrer ou ao menos passaram por este, os mesmo serão identificados na pesquisa através da letra E de estudante, e numerados conforme o numero de entrevistados A coleta de dados realizou-se através de uma amostra por conveniência, contendo 6 questões, gravadas em equipamento eletrônico e transcritas.

Os participantes foram abordados nos intervalos das aulas sendo que foi agendado dia e hora para a realização da entrevista. Foi entregue uma carta de solicitação de autorização a coordenadora geral da área de saúde para realização da pesquisa com acadêmicos da UNIGRAN, assim como o encaminhamento ao CEP. Portanto somente após aprovação do CEP é foi realizado a coleta de dados, que posteriormente foram analisados através da análise de conteúdo descrito por Minayo (1992), como sendo aquela que possibilita a confirmação ou não das hipóteses estabelecidas, assim como nos permite descobrir o que está por traz dos conteúdos manifestos no discurso. Esta técnica abrange três fases:

1° Fase: pré-análise através da leitura do material para registro das impressões inicias.

2° Fase: exploração do material e tratamento dos resultados obtidos através da definição de trechos significativos, os temas.

3° Fase: interpretação através da categorização dos dados mediante ao agrupamento de elementos, idéias ou expressões, a partir das falas com características comuns.

CONCLUSÃO

Através dos resultados da pesquisa realizada com os graduandos do curso de enfermagem do sétimo e oitavo semestre da Universidade da Grande Dourados (UNIGRAN), a maioria dos entrevistados nessa pesquisa relatou que não tiveram um aprofundamento sobre o tema morte na parte teórica de sua graduação, e ao chegarem ao campo de estágio, mostraram-se despreparados diante da situação encontrada. Porém ainda, uma minoria dos entrevistados afirma estar pronta para encarar qualquer situação que pode vim a se deparar nos estágios.

Com essa pesquisa podemos concluir que os graduandos de enfermagem estão indo a campo de estágio sem o preparo ideal sobre a temática morte e morrer, e dizem se sentirem despreparados para lidar com o tema. Com isso vemos a importância de um preparo psicológico quando ainda na graduação dos mesmos, para que se torne um profissional disposto a encarar qualquer situação, inclusive o processo de morte- morrer.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AGUIAR, I. R. et al. O Envolvimento do Enfermeiro no Processo de Morrer de bebês internados em unidades Neonatal. Acta Paulista de Enfermagem. São Paulo, v. 19, n. 2, p. 131-7, abr./jun., 2006.

ALENCAR, S. C. S.; LACERDA, M. R.; CENTA, M. L. Finitude Humana e Enfermagem: Reflexões Sobre o (Des)Cuidado Integral e Humanizado ao Paciente e Seus Familiares Durante o Processo de Morrer. Fam. Saúde e Desenvolvimento. Curitiba, v. 7, n. 2, p. 171-180, mai/ago., 2005.

BARUFFI, H. Metodologia da pesquisa. 2ª ed. Dourados: HBet, 1998, 128 p.

BELATTO, R. et al. A abordagem do processo do morrer e da morte feita por docentes em um curso de graduação em enfermagem. Acta Paulista de Enfermagem. São Paulo, v. 20, n. 3,p. 255-263,jul./set., 2007.

BRETAS, J. R. S.; OLIVEIRA, J. R.; YAMAGUTI, L. Reflexões de Estudantes de Enfermagem Sobre Morte e o Morrer. Revista da escola de Enfermagem da USP. São Paulo, v. 40, n. 4, p. 477-483, dez., 2006.

CATERINA, M. C. Luto Adulto: Fatores Facilitadores e Complicadores no Processo de Elaboração. 40 f. Trabalho de Conclusão de Curso. Curso de Aprimoramento de Lutos e Perdas do Instituto de Psicologia 4 estações. São Paulo, 2007.

JUNQUEIRA, M. H. R.; KOVACS, M. J. Alunos de Psicologia e a educação para a morte. Psicologia: Ciência e Profissão. Brasília, v. 28, n. 3, p. 506-519, set., 2008.

MINAYO, M. C. S.; SANCHES, O. Quantitativo-qualitativo: oposição ou complementaridade? Caderno de Saúde Pública. Rio de Janeiro, v. 9, n. 3, p. 237-248, jul./set., 1993.

OLIVEIRA, W. I. A. AMORIN, R. C. A Morte E O Morrer No Processo De Formação Do Enfermeiro. Revista Gaúcha de Enfermagem. Porto alegre,v. 2, n. 3, p. 191-8, jun., 2008.

PALÚ, L. A.; LABRONICI, L. M.; ALBINI, L. A Morte no Cotidiano dos Profissionais de Enfermagem de uma Unidade de Terapia Intensiva, 2004.

PENTEADO, E. V. B. F. Tuberculose no ambiente hospitalar: uma questão da saúde do trabalhador. 124 f. Dissertação de Mestrado. Fundação Oswaldo Cruz, Escola Nacional de Saúde Pública; 1999.

PINHO, L. M. O.; BARBOSA, M. A. A morte e o morrer no cotidiano de docentes de enfermagem. Revista de Enfermagem UERJ. Rio de Janeiro, v. 16, n. 2, p. 243-8, abr., 2008.

ROSA, A. F. et al. Percepções das Enfermeiras Frente aos Sentimentos de quem Vivencia o Processo de Morrer e Morte. Revista Ciência, Cuidado e Saúde. Maringá, v. 5, n. 2, p. 204-211, mai./ago., 2006.

SILVA. A. M. S.; SILVA, M. J. P. A preparação do graduando de enfermagem para abordar o tema morte e doação de órgãos. Revista de Enfermagem UERJ. Rio de Janeiro, v. 15, n. 4, p. 549-554, out./dez., 2007.

SUSAKI, T. T.; SILVA, M. J. P.; POSSARI, J. F. Identificação das fases do processo de morrer pelos profissionais de Enfermagem. Acta Paulista de Enfermagem. São Paulo, 19, n. 2, p. 144-9, maio, 2006.




Autor: virginia azambuja mafra