Mantendo-se e mantendo a organização – Autosustentabilidade



Por Luiz Dos Reis Lana
Gestor/consultor técnico em serviços autorizados desde 1981
Luizlana@somambiente.com.br

Sempre que se depara com um nevoeiro de instabilidade no mercado, detectado pelo reflexo de desemprego e liquidez que assola, muitos pisam em ovos, pelo risco de ser o próximo na sua empresa. Por maior que seja e esteje o desemprego, sempre há espaço para os eficientes, capazes e notáveis. Nenhuma organização com gestores em sã consciência colocaria este individuo como encabeçador de sua lista de demissão.
Uma das causas principais de unir-se à multidão de ineptos e excluídos das carreiras nas organizações é não preocupar-se em sair um pouco da massa e da média, ou seja – mantendo-se apenas como mais um dentre muitos e aceitando o pseudo conforto de uma carreira construída como castelo de areia, vivendo a sensação de um emprego saudável e promissor, onde nas primeiras canetadas, vai-se embora, e muitas vezes até sem saber por quê. Culpando a organização sem que a coitada quer apenas: qualificação, resultados, eficácia e eficiência. Não sendo possível conseguir-se isto, onde o mercado é repleto de tubarões e tigres, e ser o melhor, nem sempre é garantia e sinônimo de estabilidade, ou até mesmo sobrevivência. Não é difícil de se notar em varias organizações estáveis que alguns colaboradores, se as empresas deixarem, ficam anos à fio fazendo a mesma rotina profissional, sendo inclusive facilmente substituível, onde esquecem de inovar, acrescentar, agregar e promover a diferença no meio, procurando interagir e deixar de ser apenas mais um, ou mais que um simples crachá.
Vivemos em uma sociedade onde a automatização das tarefas é uma constante e isto contribui para formação de estereótipos padrões que procuram às vezes, se manter igual à maioria ou até mesmo, tendo o sonho de consumo imitar a maioria; deixando o comportamento do individuo cada vez mais longe de se ter e ser uma bola de cristal no meio de bolas de isopor. Já sabemos que exigimos e cobramos pouco de nosso cérebro cabendo uma autocrítica permanente por um comportamento rumo à diferenciação e autopromoção constante.
Quando promovemos em nós mesmo um ardor de sempre fazer o melhor, agregar valor naquilo que fazemos independente da tarefa ou seguimento que atuamos, com certeza não obteremos outro resultado se não o sucesso naquilo que fazemos; deixando em condições de escolha para ofertar nosso potencial dentre os vários que o procuram. Deparamos com entidades gigantescas que muitas vezes não se entende porque cresceram tanto, porem esquece-se que não existe mágica, há não serem determinados ingredientes comportamentais aplicados de forma correta, eficiente, uniforme e procurando sempre ser o melhor naquilo que se faz, promovendo sempre e buscando diferenciais e inovações, fazendo acontecer. Sabe-se que uma das formas de conseguir-se mais sucesso é realizar um pouco mais todos os dias, diferenças de segundos em uma formula 1 faz a diferença entre perdedor e vencedor, e este vencedor abrem para ele um leque de varias escolhas, portanto na dúvida procure sempre fazer o melhor e somar sempre.
Autor: LUIZ DOS REIS LANA


Artigos Relacionados


Metas E Objetivos – Roteiro Pratico

Líder: Corra Atrás!

Teste E Recicle Seu Profissional Técnico E De Serviços

A Globalização Pede Um Novo Profissional

A Globalização Pede Um Novo Profissional

Criar, Copiar Ou Inovar?

O Comportamento Ético Nas Empresas