VASOPRESSINA



VASOPRESSINA


A palavra vasopressina deriva do francês vasopressine e do inglês vasopressin. Seria uma síndrome ou uma disfunção do organismo humano? Em primeiro lugar queremos informar que não somos médico(s) e nem trabalhamos na área da saúde, mas por insistência de uma pessoa curiosa do saber resolvemos pesquisar e confeccionar essa matéria. A nossa intenção não tem inserção da sabedoria das sinonímias médicas, mas a informação e o significado desses nomes desconhecidos por muitas pessoas. Por lidarmos todos os dias com doenças novas e nomenclaturas desconhecidas, resolvemos aceitar essa tarefa difícil, mas não impossível. Com certeza uma tarefa árdua e complicada, pois o linguajar médico é mais específico e se insere no rol das ciências.

A medicina tem a conotação de ciência e todos nós estamos cientes disso. A vasopressina é prescrita, por via intramuscular, no tratamento da diabetes insípida e na atonia intestinal pós-operatória, mas não se emprega como anti-hipotensor ou vasoconstritor. Utiliza-se também como meio de diagnóstico da diabetes insípida e para a avaliação da capacidade de concentração do rim. Abreviatura: ADH (do ing. antidiuretic hormone). Sinonímia de antidiuretina, hormona antidiurética, pitressina. A nossa intenção era só mostrar o papel da vasopressina, mas como não ficou bem esclarecido tivemos que nos estender um pouco, tivemos que exemplificar outros termos técnicos. A vasopressina é na verdade, também conhecida como Hormônio Antidiurético (ADH), é sintetizada no hipotálamo e transportada para a hipófise posterior para armazenamento e eventual liberação.

Em alguns dos sistemas hormonais existentes, o receptor é associado com uma proteína de choque térmico que é libertada quando se dá a conexão da ligação a hormona. Uma vez no núcleo, o complexo liga-se a sequências específicas de ADN e induz a transcrição dos genes-alvo. O hormônio antidiurético (HAD, em inglês ADH), é um hormônio humano segregado em casos de desidratação; fazendo com que os rins conservem a água, concentrando e reduzindo o volume da urina. Este hormônio também é chamado de vasopressina, pois aumenta a pressão sanguínea ao induzir uma vasoconstrição moderada sobre as arteríolas do corpo.
A ADH atua no néfron (O néfron (ou nefrônio) localiza-se no rim e é uma estrutura microscópica capaz de eliminar resíduos do metabolismo do sangue. Manter o equilíbrio hidroeletrolítico e ácido-básico do corpo humano, controlar a quantidade de líquidos no organismo, regular a pressão arterial e secretar hormônios, além de produzir a urina. Por esse motivo dizemos que o nefrônio é a unidade funcional do rim, pois apenas um nefrônio é capaz de realizar todas as funções renais. O nefrônio é formado pela cápsula de Bowman, pelo glomérulo, túbulo contorcido proximal, alça de Henle, túbulo contorcido distal e túbulo coletor.

(O glomérulo e a cápsula de Bowman formam uma estrutura denominada corpúsculo de Malpighi), favorecendo a abertura dos canais de aquaporinas no Túbulo Contorcido Distal, impedindo que a água seja eliminada pelo Ducto Coletor. A vasopressina é secretada pela neurohipófise (porção posterior da hipófise), mas é 0produzida por células nervosas do hipotálamo que estendem seus axônios até a neurohipófise. O álcool (do consumo de bebidas alcóolicas) suprime a produção do ADH, aumentando a diurese. Pessoas com insuficiência cardíaca podem ter seus receptores superestimulados, que por sua vez estimulam a produção do HAD. Esta síndrome é conhecida Como "síndrome de secreção inadequada de HAD", "hormônio antidiurético de secreção inadequada", "síndrome da secreção inadequada de vasopressina", "síndrome de Schwartz-bartter" ou simplesmente de SIHAD.
Esta síndrome, em raros casos pode também ser produzida por uma doença do hipotálamo. O outro lado, a falta de produção do HAD causa o Diabetes insípidus. A vasopressina é prescrita, por via intramuscular, no tratamento da diabetes insípida e na atonia intestinal pós-operatória, mas não se emprega como anti-hipotensor ou vasoconstritor. Utiliza-se também Como meio de diagnóstico da diabetes insípida e para a avaliação da capacidade de concentração do rim. Abreviatura: ADH (do ing. antidiuretic hormone). Sinònimo de antidiuretina, hormona antidiurética, pitressina. A hormona ainda pode ser citada ou classificada como hormona de natureza polipeptídica, armazenada no lobo posterior da hipófise, proveniente do hipotálamo, com estrutura muito próxima da oxitocina.

Como os senhores podem denotar algumas sinonímias aqui enunciadas são do nosso conhecimento, como também algumas terminologias que estão ligados aos hormônios masculinos e femininos. Porque são facilmente solúveis em lípidos, os esteróides e esteróis podem difundir livremente do sangue até a membrana celular e ao citoplasma das células-alvo. No citoplasma, o esteróide pode ou não sofrer modificações mediadas por enzimas, como reduções, hidroxilações ou aromatizações. No citoplasma, o esteróide liga-se ao receptor específico. Após a ligação, muitos tipos de receptores de esteróides dimerizam: duas subunidades de receptores ligam-se entre si para formar uma unidade funcional de ligação ao ADN, que pode entrar no núcleo celular.
Antes de falarmos sobre hormônio seria de bom alvitre sinonimizá-lo. Hormônios são substâncias químicas que transferem informações e instruções entre as células, em animais e plantas. Também chamados de "mensageiros químicos do corpo", os hormônios regulam o crescimento, o desenvolvimento, controlam as funções de muitos tecidos, auxiliam as funções reprodutivas, e regulam o metabolismo (o processo usado pelo organismo para produzir energia a partir dos alimentos). Diferentemente das informações enviadas pelo sistema nervoso, que são transmitidas via impulsos elétricos, se deslocam rapidamente, têm um efeito quase imediato e de curto prazo, os hormônios são mais vagarosos e seus efeitos mantêm-se por um período mais longo de tempo.

Eles foram identificados pela primeira vez em 1902 - pelos fisiologistas britânicos William Bayliss e Ernest Starling. Eles demonstraram que uma substância retirada do revestimento do intestino podia ser injetada num cão para estimular o pâncreas a produzir fluido. Eles chamaram essa substância de secretina e cunharam o termo "hormônio", do grego hormo, que significa "pôr em movimento". Atualmente, mais de 100 hormônios já foram identificados. Tem muita coisa sobre hormônio que daria para confeccionarmos uma enciclopédia, mas o espaço é limitado e vamos ficando por cá em termos de hormônios,

As hormonas o que seria? As hormonas esteróides são esteróides que podem atuar como hormonas. As hormonas esteróides em mamíferos podem ser agrupadas em cinco grupos, de acordo com o tipo de receptor a que se ligam: glucocorticóides, mineral os corticóides, androgênios, estrogênios e progestagênios. As hormonas esteróides naturais são sintetizadas a partir do colesterol, nas gônadas e glândulas adrenais. Estas formas de hormonas são lípidos. Podem entrar na membrana celular de maneira fácil, entrando diretamente no núcleo. Estas hormonas são geralmente transportadas na corrente sanguínea ligada a proteínas transportadoras. Conversões posteriores e o catabolismo que ocorrem no fígado, em tecidos periféricos e nos tecidos-alvos.
Estimula a reabsorção da água ao nível do tubo distal do rim e a contração da musculatura lisa (nomeadamente vasoconstrição arterial e arteriolar que tem por consequência a hipertensão). A insuficiência da secreção da vasopressina provoca a diabetes insípida.
A secreção de vasopressina é controlada por mudanças na osmolaridade sanguínea e também por barorreceptores que respondem a alterações no volume sanguíneo ou pressão arterial. Estímulos não-osmóticos incluindo dor, stress, sono e exercícios. A função primária da vasopressina é de controlar a permeabilidade de água dos tubos coletores renais. Mediado através da ativação do CAMP, o efeito da vasopressina é de permitir ao rim a reabsorção de água e urina concentrada. Em altas concentrações, a vasopressina induz vasoconstrição generalizada que leva ao aumento de pressão sanguínea arterial. Deficiência na secreção ou na ação da vasopressina é uma característica de poliúria, condição na qual existe falha nos túbulos renais em reabsorver soluto-livre na água.

Em contraste, níveis elevados de vasopressina, constantes, na ausência de qualquer estímulo conhecido são observados na síndrome de hormônio antidiurético inapropriado e que pode resultar de vários fatores incluindo secreção de vasopressina por malignidades, desordem do sistema nervoso central ou sistema pulmonar e como efeito colateral de certas drogas. A vasopressina vem sendo utilizada na prática clínica há mais de cinco décadas, principalmente no tratamento de varizes hemorrágicas e diabete insípidus. Estudos experimentais e clínicos têm demonstrado benefícios com o uso de vasopressina durante a parada cardíaca e no período pós-ressuscitação.

Na fibrilação ventricular (FV) resistente à desfibrilação, a vasopressina pode melhorar o fluxo sangüíneo aos órgãos vitais e cérebro mais do que a adrenalina. Em pacientes com choque séptico existem diferentes argumentos que dão suporte à sua utilização. Como os senhores veem não é tão fácil assim exemplificar esses termos, visto que o médico tem seis anos de estudos, mais dois de residência médica e ainda tem a especialização por ser a medicina uma função importantíssima, pois lida com o corpo humano e tem como missão primordial manter a saúde da população custe o que custar. É de bom alvitre que informemos de onde retiramos algumas nuanças aqui colocadas, pois não somos ingênuos de nos apelidarmos de plagiador.

O site Wikipédia é um dos melhores da internet, http://www.gendiag.com.br/ também nos ofereceu muito subsídios, o site Yahoo/ e alguns livros que versam sobre o assunto. Esperamos ter contribuído para dirimir as dúvidas da pessoa que nos procurou para escrever sobre a vasopressina, nome esquisito, mas de uma importância fabulosa. Queremos pedir a compreensão dos leitores se encontrarem alguma falha, pois não somos doutores no assunto, mas pesquisador e estes necessitam de uma boa fonte para executar as suas tarefas. Pensem nisso1

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI-ALOMERCE E AOUVIR/CE
Autor: Antonio Paiva Rodrigues