A EDUCA플O EM LIBRAS NA ALFABETIZA플O
A EDUCA플O EM LIBRAS NA ALFABETIZA플O
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GRAZIELA CHRISTINE DA SILVA
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RESUMO: Este artigo trata da quest�o da import�ncia sobre a valoriza豫o de diversas culturas no meio social, entre elas a alfabetiza豫o de alunos com D>A> em classes regulares e sua import�ncia na alfabetiza豫o. Aceitar e valorizar a diversidade de classes sociais, de culturas, de estilos individuais de aprender, de habilidades, de l�nguas, de religi�es e etc, � o primeiro passo para a cria豫o de uma escola de qualidade para todos.
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PALAVRA CHAVE: Alfabetiza豫o Alunos com defici�ncia auditiva
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INTRODU플O
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Na sociedade contempor�nea em que vivemos precisamos de pessoas com um modelo social que busquem solu寤es para as necessidades dos educandos, por diferentes que sejam, precisamos de pessoas com esp�rito critico e capaz de agir com autonomia e com alternativas a fim de diminuir a dist�ncia entre o que se aprende e o que se ensina, de significativo conhecimento contribui para a sua vida como cidad�os.
A inclus�o trouxe a necessidade de repensar a educa豫o e a institui豫o escolar, principalmente pelas dificuldades enfrentadas pelos docentes.
A Legisla豫o do Brasil (Constitui豫o Federal/88, LDB 9394/96) prev� a integra豫o do aluno com necessidades especiais no sistema regular de Ensino.
Acreditar que o Deficiente auditivo � capaz de aprender, verificar se o aluno deficiente se ele quer partilhar dados sobre sua defici�ncia e s� em caso afirmativo passar essa informa豫o para outras pessoas.
Diante de tantos conceitos, � importante salientar que, para haver inclus�o, � necess�ria uma mudan�a nos paradigmas, na percep豫o do que � educa豫o, sendo que a forma豫o de novos valores deve partir do respeito �s diferen�as e do aprender a conviver com os diferentes ao conhecimento e � cultura e progredir no aspecto pessoal e social.
No processo de inclus�o, a crian�a com necessidades educacionais especiais n�o pode ser vista apenas por suas dificuldades, limita寤es ou defici�ncias. Deve ser vista na sua dimens�o humana, como pessoa com possibilidades e desafios a vencer, de forma que os la�os de solidariedade e afetividade n�o sejam quebrados
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A EDUCA플O EM LIBRAS NA ALFABETIZA플O
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Refletir sobre as quest�es de uma escola de qualidade para todos, incluindo alunos e professores, atrav�s da perspectiva socio-cultural significa que n�s temos de considerar, dentre outros fatores, a vis�o ideol�gica de realidade constru�da s�cio e culturalmente por aqueles que s�o respons�veis pela educa豫o.
Entender� sobre a inclus�o de surdos, a partir de uma concep豫o construtivista de aprendizagem. Entende-se que esta, considera o ensino como algo que possibilita a transforma豫o e a evolu豫o gradativa da aprendizagem e do desenvolvimento dos educandos.
O objetivo principal � discutir a alfabetiza豫o do indiv�duo surdo, e, para isso, � preciso saber de que alfabetiza豫o estamos falando - da alfabetiza豫o em L�ngua Portuguesa Brasileira ou em L�ngua Brasileira de� Sinais, visto que esses dois campos, historicamente, se
confundem.
Aceitar e valorizar a diversidade de classes sociais, de culturas, de estilos individuais de aprender, de habilidades, de l�nguas, de religi�es e etc, � o primeiro passo para a cria豫o de uma escola de qualidade para todos.
Educar indiv�duos em segregadas salas de educac�o especial significar negar-lhes o acesso � formas ricas e estimulante de socializa豫o e aprendizagem que somente acontecem na sala de aula regular devido a diversidade presente neste ambiente.
A pedagogia de inclus�o baseia-se em dois importantes argumentos. Primeiramente, inclus�o mostrou-se ser beneficial para a educa豫o de todos os alunos independente de suas habilidades ou dificuldades.
Todos estes estudos nos mostrar�o que inclus�o � poss�vel e que inclus�o aumenta as possibilidades dos indiv�duos identificados com necessidades especiais de estabelecer significativos la�os de amizade, de desenvolverem-se f�sico e cognitivamente e de serem membros ativos na constru豫o de conhecimentos.
O principal ponto da pedagogia de inclus�o � que todos os indiv�duos podem aprender uma vez que n�s professores, identificamos o qu� estes indiv�duos sabem, planejamos em torno deste pr�vio conhecimento, e conhecemos o estilo de aprender e as necessidades individuais dos nossos alunos.
Todos os alunos podem se beneficiar das metodologias de inclus�o e todos podem descobrir juntos que existem diferentes aspectos,� para diferentes necessidades.
잾scolas devem se torna um lugar de aprendizagem para todos. N�s n�o podemos nos dar ao luxo de criar curr�culos e programas educacionais que somente favorecem uma parcela privilegiada da sociedade, seja em termos econ�micos ou em termos de habilidades f�sicas e cognitivas.
N�s precisamos ter curr�culos e programas que proporcionem uma educa豫o de qualidade para todos.
Aos educadores devem ser dados os instrumentos necess�rios para que eles possam ver a todos os alunos, incluindo os alunos com defici�ncia, com um potencial ilimitado de aprender.
A L�ngua Brasileira de Sinais foi desenvolvida a partir da l�ngua de sinais francesa. As l�nguas de sinais n�o s�o universais, cada pa�s possui a sua. A LIBRAS possui estrutura gramatical pr�pria.
Os sinais s�o formados por meio da combina豫o de formas e de movimentos das m�os e de pontos de refer�ncia no corpo ou no espa�o. Segundo a legisla豫o vigente, Libras constitui um sistema ling茴stico de transmiss�o de id�ias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas com defici�ncia auditiva do Brasil, na qual h� uma forma de comunica豫o e express�o, de natureza visual-motora, com estrutura gramatical pr�pria.Decretada e sancionada em 24 de abril de 2002, a Lei N� 10.436, no seu artigo 4�, disp�e o seguinte:
"O sistema educacional federal e sistemas educacionais estaduais, municipais e do Distrito Federal devem garantir a inclus�o nos cursos de forma豫o de Educa豫o Especial, de Fonoaudiologia e de Magist�rio, em seus n�veis m�dio e superior, do ensino da L�ngua Brasileira de Sinais - Libras, como parte integrante dos Par�metros Curriculares Nacionais - PCNs, conforme legisla豫o vigente".
Um dos pressupostos te�rico-metodol�gico � o Biling�ismo, cuja perspectiva compreende que o indiv�duo surdo deva adquirir sua l�ngua materna, l�ngua de sinais, e a l�ngua oficial do seu pa�s.
� de suma import�ncia as duas l�nguas (L�ngua Portuguesa Brasileira LP e L�ngua Brasileira de Sinais- LIBRAS) na vida do surdo na alfabetiza豫o, uma vez que se trata de um indiv�duo bicultural ,ou seja , aquele que est� inserido ao mesmo tempo em mais de uma cultura, neste caso, a cultura surda e a cultura do ouvinte.
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Referencias Bibliogr�ficas
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� BRASIL, Constitui豫o; Republica Federativa do Brasil. Bras�lia/Senado Federal. Centro Gr�fico.
DAL FORNO, Josiane Pozzatti; OLIVEIRA, Valeska Fortes de. Ultrapassando barreiras: professoras diante da inclus�o. 2005. Monografia (Especializa豫o em Educa豫o Especial) Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, 2005.
MANTOAN, M. T. E. A integra豫o de pessoas com defici�ncias: contribui寤es para uma boa reflex�o sobre o tema. S�o Paulo: Memnon, 1997.Secretaria de Estado da Educa豫o do Paran� Departamento de Educa豫o Especial.
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Autor: Graziela Silva
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