''AVALIA플O ORGANIZADA NA ESCOLA EM CICLOS DE FORMA플O HUMANA''



“AVALIA플O ORGANIZADA NA ESCOLA EM CICLOS� FORMA플O HUMANA”.

Palavras chaves: Ciclo de forma豫o humana,aprendizagem,professor aluno.

Resumo.

A avalia豫o organizada em ciclos de forma豫o humana,traz consigo um leque de informa寤es e muita repercuss�o nas suas discuss�es.Por um lado o m�todo tradicionalista,e por outro o m�todo que leva em considera豫o o aluno,e a sala de aula � uma ambiente de reciprocidade de aprendizagem,tanto do professor quanto para o aluno aprendendo a reconhecer o saber cotidiano transformar-se-� em saber cient�fico e que este processo deve ser acompanhado de avalia豫o cont�nua e entendendo tamb�m que a educa豫o � uma forma de interven豫o no mundo onde tanto a escola quanto a fam�lia tem grande participa豫o. O presente texto busca refletir a cerca de que a avalia豫o seja uma possibilidade metodol�gica de ensino,a fim de trazer melhorias e sucesso para a educa豫o.

Resumen.

En la evaluaci�n organizada por ciclos de formacion 쟦umana, trae consigo una serie de informaciones y un gran efecto en su discuss�es.Por un lado el m�todo tradicionalista, y por otro m�todo que tenga en cuenta el estudiante, y el aula es un ambiente de reciprocidad aprendizaje, tanto para el profesor y el alumno aprende a reconocer el conocimiento cotidiano se convertir� en el conocimiento cient�fico y que este proceso debe ir acompa�ado de una evaluaci�n continua y tambi�n entender que la educaci�n es una forma de intervenci�n en el mundo donde tanto la escuela, la familia juega un papel importante. Este trabajo tiene como objetivo reflexionar acerca de que la evaluaci�n de la posibilidad de que la metodolog�a de ense�anza con el fin de aportar mejoras a la educaci�n y el �xito.

AVALIA플O ORGANIZADA NA ESCOLA EM CICLOS� FORMA플O HUMANA”.�

Educar ultrapassa as ra�zes dos saberes, vai muito mais al�m do que ensinar, transmitir conhecimentos; envolve reflex�o sobre os valores impl�citos no conhecimento constru�do e nas atitudes adotadas.

Atualmente,quando se fala em “AVALIA플O ORGANIZADA NA ESCOLA EM CICLOS FORMA플O HUMANA”,h� uma s�rie de diverg�ncias e resist�ncia, tanto por parte da sociedade,quando por parte dos professores,os mesmos que j� deveriam estar inclu�dos neste processo de inser豫o de nova conduta de ensino imposta.

Segundo a LBD Art. 23 - A educa豫o b�sica poder� organizar-se em s�ries anuais, per�odos semestrais, ciclos, altern�ncia regular de per�odos de estudos, grupos n�o seriados, com base na idade, na compet�ncia e em outros crit�rios, ou por forma diversa de organiza豫o, sempre que o interesse do processo de aprendizagem assim o recomendar.

Esta nos assegura de que � necess�rio que seja poss�vel mudar o roteiro da educa豫o no Brasil,no entanto � indispens�vel o conhecimento referente a “AVALIA플O ORGANIZADA NA ESCOLA EM CICLOS� FORMA플O HUMANA”.

Quando n�o se tem o conhecimento por algo, geralmente nada � v�lido!� normal a resist�ncia da sociedade e dos pr�prios professores, quanto a escola organizada em ciclos de forma豫o humana, pois por muitos anos foi imposto a sociedade,a escola seriada,onde se tinha a reten豫o de pessoas que n�o estivessem capacitadas,para seguir a diante.

Partindo do pressuposto da escola tradicional seriada, nosso papel muda em cada conjuntura, o que reflete uma vis�o inferior e pobre da educa豫o b�sica e dos educadores. Pois o tecnicismo e a escola tradicional fizeram estragos com seus profissionais e com sua sociedade, pois estes, ainda trazem defici�ncias at� os dias de hoje.

Elvira Souza Lima “Se o objetivo da escola � promover a aprendizagem humana, o crit�rio fundamental deveria ser a organiza豫o do tempo de forma que os indiv�duos envolvidos sejam a prioridade e que, portanto, a concep豫o de tempo acompanhe os processos de aprendizagem e de ensino tal como eles ocorrem na esp�cie humana, evitando as rupturas criadas sempre que interrompemos uma explica豫o, uma atividade, um processo de reflex�o por causa da forma r�gida como o tempo � distribu�do no dia-a-dia da escola”.

Desta forma, a reflex�o quanto a escola seriada tradicional, e a escola organizada em ciclos de forma豫o humana, � poss�vel detectar seguintes erros cometidos dela seriada, sendo um deles:

Toda vez que algum aluno, n�o exercia suas atividades, n�o conseguia acompanhar o professor e colegas em sala de aula,este aluno era retido,ou seja 쟲eprovado,automaticamente,alguns seguiam em frente,sendo a minoria,e o restante desistia de seus estudos acabavam,por ter a certeza que n�o conseguiriam,e acabavam abandonando a escola.

Como consequ�ncia da escola seriada, hoje temos o EJA, este que possibilita aqueles alunos,que pararam sua trajet�ria de estudos ainda muito jovens,e s� agora com a cobran�a continua do mercado de trabalho,retomaram seus estudos.

Dizer n�o a reprova豫o, n�o quer dizer que acabar� por passar as crian�as para frente sem conhecimento algum, pois a aprendizagem � em longo prazo.

Quando interrogamos crian�as de diferentes idades sobre os principais fen�menos que as interessam espontaneamente, obtemos respostas bem diferentes segundo o n�vel dos sujeitos interrogados. Nos pequenos, encontramos todas as esp�cies de concep寤es, cuja import�ncia diminui consideravelmente com a idade: as coisas s�o dotadas de vida e de intencionalidade, s�o capazes de movimentos pr�prios, e estes movimentos destinam-se, ao mesmo tempo, assegurar a harmonia do mundo e servir ao homem.

Nos maiores, n�o encontramos nada mais que representa寤es da ordem da causalidade adulta, salvo alguns tra�os dos est�gios anteriores.

Entre os dois, de 8 a 11 anos mais ou menos, encontramos, pelo contr�rio, v�ria forma de explica寤es intermedi�rias entre o animismo artificializa dos menores e o mecanismo dos maiores; � o caso particular de um dinamismo bastante sistem�tico, do qual v�rias manifesta寤es lembram a f�sica de Arist�teles, e que prolonga a f�sica da crian�a enquanto prepara as liga寤es mais racionais. (PIAGET, 1982, p.173-4)

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Para quem n�o conhece a finalidade dos ciclos, acaba� por acreditar que a escola seriada ainda � a melhor op豫o,pois os alunos que n�o souberem determinados conte�dos acabam sendo retidos,se houver reprova豫o,o ensino n�o esta sendo processual e� continuo,e sim por calend�rio,e por muitas vezes se leva anos para aprender algo,como cobrar de uma crian�a que ela aprenda v�rios conte�dos em,apenas um ano?

As crian�as 쟰recisam ser acolhidas e compreendidas em suas diferen�as, atendidas por profissionais da educa豫o, que devem, sobretudo, promover um ambiente espont�neo e feliz de aprendizagem. Baseando-se nesses princ�pios �ticos, pa�ses que respeitam suas crian�as acabaram com o analfabetismo e constitu�ram sociedades cultas e letradas.

Alavarse (2007), “em investiga豫o que procurou explorar evid�ncias acerca de impactos dos ciclos no desempenho dos alunos, explorou os resultados da Prova Brasil, formalmente denominada Avalia豫o Nacional do Rendimento Escolar e do Sistema Nacional de Avalia豫o da Educa豫o B�sica (Saeb). Em rela豫o aos resultados da Prova Brasil 2005, o autor comenta:nas redes em ciclos, nas quais, mesmo que n�o haja grandes transforma寤es com respeito � seria豫o, com o fim ou a atenua豫o da reprova豫o, esses ganhos se fazem com menor distor豫o idade-s�rie e com menor evas�o. Isso significa que, infelizmente, num patamar de baixo rendimento, as escolas em ciclos tendem a excluir menos e, pelo reverso, as escolas em s�ries, nas quais os patamares de exclus�o s�o maiores, sob um discurso de que ali se impediria a queda da qualidade, o que se pode intuir � que com menos alunos – ou com um custo social por conta da reprova豫o – os resultados n�o parecem sustentar tais pr�ticas seletivas”. (ibidem, p.176)

O educador que ainda aprova o sistema seriado, este precisa tomar conhecimento das reais vantagens, que a escola em ciclo de forma豫o humana pode oferecer tanto para o aluno quanto para ele.

Para aqueles cuja experi�ncia de educa豫o � positiva e que se consideram a si mesmos como competentes, continuar a aprender � uma experi�ncia enriquecedora que aumenta neles o sentimento de dom�nio sobre suas pr�prias vidas e sobre a sociedade. Ao contr�rio, para os que est�o exclu�dos desse processo ou que escolhem n�o participar dele, a generaliza豫o da educa豫o ao longo de toda a vida s� pode ter o efeito de aumentar seu isolamento em rela豫o ao mundo do conhecimento. No plano econ�mico, as consequ�ncias disso s�o o subemprego dos recursos humanos e o crescimento dos encargos da assist�ncia; no plano social, a aliena豫o dos indiv�duos e a decomposi豫o da infraestrutura social. (1997b, p. 1)

Segundo Elvira Souza Lima: “N�o podemos esquecer, aqui, que a redefini豫o da atividade do professor � um processo e que, portanto, n�o ocorre da noite para o dia. De fato, temos visto que, nos momentos iniciais da implanta豫o de ciclos, as pr�ticas pedag�gicas mant�m-se, em geral, as mesmas ou muito semelhantes �s pr�ticas anteriores, principalmente a avalia豫o.”

Desta forma,o educador � “pe�a chave”,important�ssima para o desenvolvimento desta crian�a,� necess�rio a capacita豫o desses educadores,para o sistema ciclado,o qual muitos desconhecem e apenas julgam.

Como diz Mainardes (2001, p.51):Sem o esfor�o conjunto dos gestores do sistema educacional, das unidades escolares, dos educadores e demais profissionais envolvidos, vinculado aos esclarecimentos feitos aos pais e alunos, mudan�as t�o radicais como a organiza豫o em ciclos poder�o fragilizar, ainda mais, a estrutura e o funcionamento das escolas, causando preju�zos muito s�rios aos processos de aprendizagem e constitui豫o de sujeitos.

Nessa perspectiva, Sousa & Barretto (2004) afirmam que para garantir que uma medida potencialmente t�o valiosa para assegurar a democratiza豫o do ensino, como a introdu豫o dos ciclos, n�o se traduza em descompromisso com o processo de aprendizagem, � imprescind�vel se articular ao debate sobre a reorganiza豫o do ensino uma an�lise do papel e da fun豫o que v�m sendo desempenhados pelas inst�ncias governamentais em dire豫o � reconstru豫o da escola p�blica, para al�m da an�lise dos condicionantes intra-escolares. � fundamental que se fa�a reorganiza豫o do trabalho escolar juntamente com 쟵ma an�lise a fim de que se tenha uma vis�o compreensiva do movimento de reconstru豫o das bases que alicer�am o trabalho escolar e dos processos de ades�o e resist�ncia ao projeto de democratiza豫o da educa豫o.

Webgrafia.

Disponivel em: http://www.cefaprojuina.com/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=503:ciclo-formacao-humana-ecola-ciclada&catid=28:tecnologia-educacional&Itemid=28

Disponivel em:

http://www.fsc.ufsc.br/cbef/port/16-2/artpdf/a5.pdf

Disponivel em:

http://www.educacaopublica.rj.gov.br/biblioteca/educacao/0047.html

Disponivel em:

http://politica-educacional.blogspot.com.br/2006/08/orientaes-didticas-na-ldb.html

Disponivel em:

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-97022006000100011

http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-40142007000200003

Disponivel em:

http://www.udemo.org.br/RevistaPP_04_09LDBPEDa.htm


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