A Incúria Com As... Crianças!



O Mal se congrega em torno da maldade, a reforçando os meandros da má índole, nociva a quem, Dele não compactuar e, visando benesses!

O Bem, mavega em cabotagem, em torno das bem-aventuranças, lhe aproveitando o cerne benéfico e, desejando, tão somente, a Felicidade para... Todos!

O Bem e o Mal são antagônicos, pela natureza das suas finalidades específicas, entretanto, um não existirá sem a presença do outro! Exatamente, para que possamos fazer a escolha de seguí-los e/ou, não! O Livre arbítrio, nos dado pelo Criador de todas as coisas, é a didática, nos instruindo para a nossa livre escolha dos caminhos a serem seguidos pela vida a fora.
De umas décadas para cá, o Mal e o Bem tem se digladiado com as espadas ficcionais da ganância, inveja e o poder... Imerecido! Assessoradas pelas más orientações dadas aos litigantes, inclusive, aos de boa intenção.
Saber distinguir entre o Bom nítido e, o Mal mascarado! É dificultado pela necessidade da sobrevivência neste Vale de lágrimas.

A minha intenção, primordial, era, somente, ELOGIAR ÁS CRIANÇAS pelo seu dia (12 de outubro), entretanto, do modo em que à humanidade vem procedendo, diuturnamente, massacrando o Bem, em interesse próprio e, dilapidando bens alheios, numa euforia de angariar tudo, deixaram nas margens da vida, às suas crianças e, pior! Dando a Elas os maus exemplos nessa guerra de apropriações indébitas e, indevidas!

O futuro de uma nação não virá dos ricos, políticos, governantes, bacharéis, empíricos etc. e, sim, das... Crianças!
Atualmente, com honrosas exceções, Nós temos dados às Crianças, apenas, as nossas reservas de maldades, naus exemplos, mal-caráter, matulagem de malandrices etc.
Com isso e, por isso, Elas vão crescendo e, assimilando dos seus responsáveis, uma vicinal que só as poderá levar às auto-estradas da devassidão e da intemperança coletiva, deixando, no roda-pé, às que, bem orientadas pelos adultos, não têm às armas de defesa contra o Mal fortalecido pelos mais desenvolvidos do que Elas.

A continuar, como vem ocorrendo, em poucos anos, as Más orientações morais, dadas às nossas Crianças, será mais perigosa do que o poderio atômico bélico, que destrói física e material, mas, Ele vem de fora para dentro, ao passo que, nas Crianças mal orientadas, virão de dentro para fora, por ter uma “Usina” encravada no seu âmago.
Como falar! Até alguns animais e aves o fazem, vou tentar, empiricamente, dizer! Algumas circunstâncias, em tópicos, a respeito:

—Responsáveis, escolhendo como companheiro (a) para os filhos (as) estribando, apenas, em bens materiais, pouco se importando com a moralidade do escolhido (a)
—Dádivas monetárias, aparecendo nos lares e, os pais se apropriando Delas, sem pesquisar a origem com os filhos (as)
—Não investigar, fazendo uma triagem, das amizades das suas crianças, liberando, apenas, as independentes financeiramente, mas, possíveis de serem mau-caráter e nocivas nas suas índoles.
—Os responsáveis descuidarem de observarem as reações dos seus dependentes, principalmente, no tocante a vícios generalizados e uso de drogas entorpecentes.
—Dar trabalho honesto às Crianças em condições para tal, porém, sem descuidar da honorabilidade nos afazeres com relação aos chefes e colegas do labor.
—Sempre que possível, procurar colocar as suas crianças em escolas, para aprenderem, se alfabetizando ou, alguma profissão idônea.

O assunto é vasto! Em razão disso, paro por aqui mesmo, esperando que, algum dia, as nossas crianças possam retornar a ser o futuro do nosso país, de forma indefectível e pacífica, pois, só assim, teremos a Paz e a Prosperidade em nossa humanidade, tão carente Deles.

A SEGUIR, UMA POESIA MINHA PEDINDO DESCULPAS A TODAS AS CRIANÇAS:

Perdão... Queridos filhos!
Por colocá-los num mundo
Fecundado de empecilhos
E de egoísmo profundo!

Perdão... Filhos queridos!
Pela herança distribuída
De valores esquecidos
Pelos caminhos da vida.

Escusas, peço... Meus filhos!
Por querê-los com paixão,
E, só dá-los sabugos de milho,
Nos banquetes da ilusão.

A natureza é aprazível pureza.
O bem, a nata da felicidade...
Vem o homem, com sua rudeza:
Transformando tudo em crueldade.

Meus filhos adorados!
O erro dos ancestrais
Deu-lhes como legados
Um montão de cristais!

Diamante, prata e o ouro,
Foram por eles destruídos
Toda a beleza e tesouro
Esfacelou-se... Diluindo!

Sebastião Antônio Baracho
conanbaracho@uol.com.br
Fone(31)3846 6195


Autor: Sebastião Antônio Baracho


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