Síndrome de Burnout em Enfermeiros Atuantes Em UTI



SÍNDROME DE BURNOUT EM ENFERMEIROS DE UTI1

Luiz Alberto Gasparin2

Lucimeri Angela Chyla2

Eunice Kyosen Nakamura3

RESUMO

A Síndrome de Burnout caracteriza-se pela exaustão emocional causada pelo trabalho. Os profissionais mais afetados são aqueles que trabalham diretamente com pessoas, profissionais da saúde, policiais agentes penitenciários. O ambiente UTI é um local muito tenso, o que pode pré dispor ao desenvolvimento da Síndrome de Burnout. A escolha do artigo se deu pelo fato de não existirem muitas pesquisas sobre o assunto. O objetivo da pesquisa foi de identificar quais seriam os fatores pré disponentes ao desenvolvimento desta patologia, através de pesquisas literárias e na internet. O fatores que contribuem fortemente ao desenvolvimento desta Síndrome são os ligados ao estilo de chefia, e a relação pessoal da equipe. Chegou-se a conclusão de que a postura da chefia do setor, é um fator primordial para o bom desempenho do trabalho e saúde física e mental da equipe na UTI.

Palavras Chave: Burnout- profissionais - Síndrome - trabalho

ABSTRACT

The Burnout syndrome is characterized by emotional exhaustion caused by work. Those most affected are those who work directly with people, health professionals, police, prison officers. The ICU environment is a very tense place, which may have pre development of Burnout syndrome. The choice of the article made because there is not much research on the subject. The objective of this research was to identify the factors which would be pre disponentes the development of this disease through research and literature on the Internet. The factors that contribute heavily to develop this syndrome are linked to the style of leadership and personal relationship of the team. It was the conclusion that the attitude of the leadership of the sector, is a primary factor to theperformance of the work and physical and mental health team in the ICU.

Key words: Burnout-professionals - Syndrome - work

Introdução

O termo trabalho é designado pela ação física ou intelectual do ser humano, cuja finalidade é lhe proporcionar satisfação, lucro, algo que lhe recompense. No entanto no mundo globalizado em que vivemos nem sempre podemos fazer o que queremos, mais sim o que alguém quer que o faça, onde se preconiza a produtividade, não permitindo ao trabalhador refletir se o que esta fazendo é certo ou errado, e desta forma ele trabalha e produz, e quando não agrada mais, ou é mandado embora ou se aposenta.

Os profissionais mais afetados pela Síndrome de Burnout compõe as áreas de serviços que atuam em contato direto com seus usuários, em atividades de cuidado, como profissionais de saúde, educação, policiais e agentes penitenciários (VASQUES e MENEZES, 2002) citado por Oliveira (2006). O maior envolvimento afetivo existente em algumas profissões diferencia a experiência vivenciada por esses trabalhadores, colocando-os em um estado de maior risco para o desenvolvimento de Burnout (VASQUES e MENEZES, 2005).

Segundo Martino (2004) estudos comprovam que para os Enfermeiros de Unidade Intensiva (UTI) o local é muito tenso, e que isso poderia interferir no seu estado emocional, levando ao desgaste geral do organismo, e conseqüente, provocando estresse.

Justifica-se a escolha deste tema, pela constatação realizada durante as pesquisas, sobre a pequena quantidade de publicações acerca do tema escolhido, tanto on-line quanto em materiais disponíveis em bibliotecas.

Desta maneira este artigo busca identificar a influência do meio de trabalho em Unidade de Terapia Intensiva, identificando os possíveis fatores laborais, que interferem de maneira negativa na produtividade do profissional Enfermeiro neste meio de trabalho.

A realização deste artigo utilizou-se de revisão bibliográfica, e outros métodos como, revistas, artigos publicados e pesquisas on line.

Burnout

O conceito de Burnout surgiu nos Estados Unidos para dar explicações ao processo de deterioração nos cuidados e atenção profissional nos trabalhadores de organizações (VARGAS e BRAGA, 2008).

Segundo Morofuse et al (2005) o termo Burnout foi utilizado, primeiramente, em 1974, por Feudenberger que o descreveu como sendo um sentimento de fracasso e exaustão causados por um excessivo desgaste de energia e de recursos, observado como sofrimento existente entre os profissionais que trabalhavam diretamente com pacientes dependentes de substâncias químicas. Esses trabalhadores reclamavam que já não conseguiam ver seus pacientes como pessoas que necessitavam de cuidados especiais, uma vez que estes não se esforçavam em parar de usar drogas. Relatavam que, devido à exaustão, muitas vezes desejavam nem acordar para não ter que ir ao trabalho. Ainda pela impossibilidade de alcançar os seus objetivos, sentiam-se incapazes de modificar a realidade, sentiam-se derrotados.

Silva (2000) relata que o Burnout é formado por diversos estados sucessivos que ocorrem em um tempo e representam uma forma de adaptação às fontes de estresse. Assim, Burnout e estresse são fenômenos que expressam sua relevância na saúde do indivíduo e da organização.

A definição de Burnout mais comumente encontrada na literatura sobre o assunto compreende esse fenômeno como uma síndrome psicológica, que surge da tensão emocional crônica demonstradas por aqueles profissionais atuantes em funções que exigem contato direto e excessivo com pessoas necessitadas de cuidados (MASLACH, 1993) citado por Oliveira et al (2006).

Percebe-se que um dos grandes problemas, tanto para o estresse como para o Burnout, é a dificuldade em se estabelecer um consenso entre os autores quanto à definição e modelos explicativos.

Diagnóstico

Amorim et al., (1998) afirmam que alguns pesquisadores realizaram propostas de delimitação conceitual para a síndrome de Burnout e assim estabeleceram procedimentos e critérios para o diagnóstico diferencial. Correlacionaram a fadiga emocional, física e mental, sentimentos de impotência e inutilidade, falta de entusiasmo pelo trabalho, pela vida em geral e baixa auto estima a estados que combinam com esta síndrome.

Para a avaliação do grau de incidência de Burnout em um indivíduo, alguns autores e até mesmo psicólogos, utilizam algumas escalas específicas como: Versão adaptada por Tamoyo (2002), Escala da Caracterização do Burnout (ECB), desenvolvida por Tamoyo e Troccoli (2000), Lista de estados Emocionais Presentes (LEP) citado por Martino et al (2004) e Maslach Burnout Inventory (MBI), que possui três versões aplicáveis a categorias profissionais específicas, a escala comulmente utitilizada pelos pesquisadores de Burnout em profissionais da saúde é a MBI-HSS (Human Services Survey).

Sinais e sintomas

Os sintomas dessa síndrome podem ser divididos em quatro categorias, conforme apontam os autores Barona (1996); Battle (1981); Borland (1981); Dailey (1985); França (1987); Gil-Monte & Peiró (1997); Stout (1983) (Benevides-Pereira, 2002), e citado por (Volpato et al, 2003): Físicos: Sensação de fadiga constante e progressiva; distúrbios do sono; dores musculares; no pescoço; ombro e dorso; perturbações gastrointestinais; baixa resistência imunobiológica; astenia; cansaço intenso; cefaléias; transtornos cardiovasculares,Psíquicos: diminuição da memória; falta de atenção e concentração; diminuição da capacidade de tomar decisões; fixações de idéias e obsessão por determinados problemas; idéias fantasiosas ou delírios de perseguição; sentimento de alienação e impotência; labilidade emocional; impaciência. Emocionais: desânimo; perda de entusiasmo e alegria; ansiedade; depressão; irritação; pessimismo; baixa alta estima. Comportamentais: isolamento; perda de interesse pelo trabalho ou lazer; comportamento menos flexível; perda de iniciativa; lentidão no desempenho das funções; absenteísmo; aumento do consumo de bebidas alcoólicas; fumo e até mesmo drogas; incremento da agressividade.

Incidência em profissionais da saúde

Segundo Dutra e Lima (/2008) em uma pesquisa realizada com profissionais de saúde no Hospital de Clinicas da Universidade Federal de Uberlândia, chegou-se a conclusão da qual" destaca-se a incidência de Burnout em 25 sujeitos (20,8%) que participaram do estudo, com média de idade de igual ou superior a 27,32 anos; 94 sujeitos em situação de risco; e um sujeito (0,8%) não apresentou classificação significativa em nenhuma das dimensões, não configurando critério diagnóstico e tampouco situação de risco para Burnout neste estudo. Demonstrou-se pela pesquisa que, pelo menos 1/5 dos profissionais entrevistados já apresentam tal patologia, atentando ainda mais para uma pesquisa mais ampla.

Unidade de terapia intensiva

A Unidade de Terapia Intensiva é aquela que se destina a "receber pacientes em estado grave, com possibilidade de recuperação, exigindo permanentemente assistência médica e de Enfermagem, além da utilização eventual de equipamentos especializados". Podem acolher pacientes clínicos ou cirúrgicos. As ações são diuturnas, rápidas e precisas, exigindo o máximo de eficiência da equipe. Contém o limite entre a vida e a morte (SIQUEIRA et al, 2002). Esta preocupação iniciou-se com Florence Nightingle, durante a guerra da Crimeia no século XIX, que procurou selecionar indivíduos mais graves, acomodando-os de forma a favorecer o cuidado imediato (LINO e SILVA, 2001).

Segundo Martino (2004) estudos comprovaram, que para os Enfermeiros de Unidades de Terapia Intensiva, (UTI), o local é muito tenso, e que isso poderia interferir no seu estado emocional, levando ao desgaste geral do organismo e, conseqüentemente, provocando estresse. Observou-se que (59,4%) dos profissionais encontravam-se estressados, resultados confirmados estatisticamente através da prova não paramétrica de "U" de MannWhitney.

Enfermeiros em Unidade de Terapia Intensiva

De acordo com HudaK e Gallo (1997) e citado por Vargas e Braga (2008), o papel do Enfermeiro na Unidade de Terapia Intensiva consiste em obter a história do paciente, fazer exames físicos, executar tratamento, aconselhando e ensinando a manutenção da saúde e orientando os enfermos para uma continuidade do tratamento e medidas.

Além disso, compete ao Enfermeiro da UTI á coordenação da equipe de Enfermagem, sendo que isto não significa distribuir tarefas e sim o conhecimento de si mesmo e das individualidades de cada um dos componentes da equipe. Frente a estes apontamentos, é possível dizer que o Enfermeiro desempenha funções cruciais dentro da Unidade de Terapia Intensiva, no que se refere á coordenação e organização da equipe de Enfermagem (2008). A esse respeito Gomes (1988) citado por Vargas e Braga (2008) afirma que o Enfermeiro que atua nesta unidade necessita ter "conhecimento cientifico, prático a fim de que possa tomar decisões rápidas e concretas, transmitidas a toda equipe e principalmente diminuindo os riscos que ameaçam a vida do paciente".

Frente as características específicas da UTI, o trabalho em equipe torna-se crucial. O Enfermeiro "deve ser uma pessoa tranqüila, ágil, de raciocínio rápido, de forma a adaptar-se , de imediato, a cada situação que se apresente á sua frente". Esse profissional deve estar preparado para o enfrentamento de intercorrências emergentes necessitando para isso conhecimento e competência clínica (VILA e ROSSI, 2002).

Resultados

Segunda Martino (2004) vários estudos têm demonstrado que a existência de fatores externos e internos nos indivíduos, acometidos pelo trabalho em turno pode causar transtornos que geram o estresse, considerando como uma fase mais avançada das alterações emocionais. Estudos comprovaram que cerca de (59,4%) dos profissionais de UTI estavam estressados, fator este que pré dispõem ao desenvolvimento de Burnout. Na pesquisa de Campo que o autor realizou em Enfermeiros de UTI da Unicamp, constatou-se uma série de locuções subjetivas que apareceram tanto no início, como no final do plantão, foram elas: "sinto saudade de alguém", sinto uma necessidade", "sinto uma obrigação", "estou cheio". Estar cansado apareceu em (43,8%) dos casos.

Em um levantamento Bibliográfico, realizado por Tamoyo e Tróccoli (2000a) constatou-se as possíveis manifestações do Burnout, considerando que podem ser de ordem afetiva, cognitiva, física, comportamental, social, atitudinal e organizacional.

Em estudos recentes, Van Schaijk (2005) demonstraram o maior déficit causado no controle voluntário da atenção em indivíduos acometidos pelo Burnout.

Segundo Martino (2004) estudos comprovam que para os Enfermeiros de Unidade Intensiva (UTI), o local é muito tenso, e que isso poderia interferir no seu estado emocional, levando ao desgaste geral do organismo, e conseqüente, provocando estresse. Observou-se que (59,4%) dos profissionais encontravam-se estressados. A Unidade de Terapia Intensiva (UTI), é um ambiente de trabalho que freqüentemente expõe seus funcionários a eventos estressantes (FISHER et al, 2000) sendo o estresse ocupacional o principal preditor de Burnout em UTI (DAVIDSON, 1992) citado por Oliveira (2006). justificando a escolha deste tema, Síndrome de Burnout em profissionais de Enfermagem em UTI.

Alguns fatores levantados por Blau (1964), Brinberg e Castell (1982) citado por Oliveira et al (2006) que influenciaram fortemente a noção de suporte organizacional são: sinceridade e intensidade de como os elogios e as aprovações são expressos, além de aspectos relacionados ao pagamento e as políticas de organização.

Em pesquisa realizada por Oliveira et al (2006) utilizando duas escalas, a Escala de Suporte Organizacional a Escala de Caracterização de Burnout, pode-se constatar que o fator suporte social no trabalho foi o que mais se destacou entre as análises de correlação, apresentando os maiores valores e com correlações inversas e altamente significativas em relação ás dimensões exaustão emocional e decepção, e uma correlação inversa significativa com o fator desumanização . O fator estilo da chefia apresentou uma correlação negativa e altamente significativa com o fator exaustão emocional da escala de Burnout. Um terceiro fator da escala de Suporte Organizacional percebido que, apesar de apresentar valores mais baixos de correlação, demonstrou-se correlacionado positiva e significativamente com as dimensões desumanização e decepção.

De acordo com a pesquisa, onde estão demonstradas as correlações que apresentam a significância entre os dados demográficos e os fatores da Escala de Suporte Organizacional percebido e da Escala de caracterização do Burnout, é possível verificar que as variáveis demográficas que apresentaram correlações significativas foram: escolaridade, tempo de serviço na organização e faixa salarial.

Discussões

Observou-se que a Síndrome de Burnout possui muitas variantes para o seu desenvolvimento, desde a vida familiar, ambiental e principalmente laboral. Caracterizou-se pela pesquisa, que os fatores que mais influênciam para o desenvolvimento de tal patologia, seriam, postura da chefia e relação entre os colegas de trabalho. No entanto não pode-se notar de maneira frequênte nas pesquisas, possíveis diretrizes para a prevenção e até mesmo tratamento da Síndrome de Burnout, desta maneira com base na Bibliomed (2008) seram citados abaixos alguns tópicos, dos quais serviram de base para que o profissional de Enfermagem possa realizar um trabalho preventivo para com a sua equipe, melhorando as condições de trabalho no ambiente trabalhado.

1º Deve-se avaliar o condicionamento de cada indivíduo. São fatores fundamentais para que se iniciar qualquer atividade fisica.

2° Objetivos: Deve-se avaliar quais objetivos que serão pretendidos para com os exercícios; Quero profissionais mais relaxados? Gostaria que a minha equipe se torna-se uma equipe também fora do trabalho, se tornem atletas? Quero prevenir os problemas de coluna que afetam os profissionais que atuam na UTI, já que os mesmos realizam muitos esforços no banho de leito dos seus pacientes? Gostaria que perdesem peso, já que estão acima de peso, ocasionando problemas cardiacos, circulatórios, onde desta maneira posso perdelos por um tempo muito grande, caso ocorra os problemas citados?

3º Depois de avalido os objetivos deve-se avaliar tempo, espaço, recursos humanos e capital.

4° Por fim avaliar se os objetivos foram alcançados.

Considerações Finais

Por meio desta pesquisa, pode-se constatar que os fatores mais agudos para o desenvolvimento da Síndrome de Burnout, não são os que envolvem o emocional relativo a intensa exposição a dor e ao sofrimento do paciente internado neste ambiente, e nem a rotina puxada de trabalho ou dupla jornada do mesmo, mais sim os fatores que envolvem o fator interpessoal entre os companheiros de trabalho. Dentre estes fatores destacam-se os que estão ligados a postura da chefia, de como ela media e soluciona os problemas neste ambiente, tanto relativo ao serviço laboral, quanto as relações interpessoais de sua equipe.

Desta maneira pode-se concluir-se, que uma boa postura da chefia, permite a equipe uma melhor convivência e maior segurança no desempenho nos seus devidos papéis. As maiores dificuldades são as de que nem sempre a chefia consegue mediar possíveis conflitos dentro da equipe, necessitando desta maneira medidas mais drásticas por parte da administração, como demissões, ou afastamentos destes profissionais, que se encontram sobre freqüente pressão.

As prevenções do surgimento da Síndrome de Burnout no profissionais de saúde, ocorrem desde a seleção do corpo de Enfermagem, até escolha da chefia desta equipe, onde a mesma segundo a pesquisa, influenciam de maneira positiva ao desenvolvimento de tal patologia.

Uma boa liderança da equipe de enfermagem pode trazer a equipe e a gerência, grandes benefícios, onde a visão deste profissional pode diagnosticar os principais problemas, gerando dúvidas, se esta certo ou não, instigando a sua gerência a cerca do que se deve fazer para se prevenir possíveis problemas, diminuindo os mesmos, e trazendo a sua equipe uma comodidade, onde os fatores pré disponentes ao desenvolvimento seriam em sua maioria sanados e prevenidos.

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1 Artigo de Conclusão de Curso de Graduação em Enfermagem, Uniandrade, Dezembro 2008

2 Graduando de Enfermagem, Uniandrade

2 Graduando de Enfermagem, Uniandrade

3 Enfermeira pós Doutorada em Engenharia Biomédica, UTFPR


Autor: luiz gasparin